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Por que usamos proteína de ervilha?

A proteína de ervilha é um suplemento que tem se tornado queridinho entre vegetarianos e veganos. Mas você sabe para que ela serve?

Obtido a partir da ervilha amarela, a proteína de ervilha tem uso direto por veganos e intolerantes ao glúten, lactose e soja, pois é um produto normalmente comercializado para substituir o Whey Protein ou a Caseína na hora de escolher aquele suplemento que vai melhorar o ganho de massa muscular na academia. Fato é que a combinação dos “aminoácidos de cadeia ramificada” (BCAA) presentes na ervilha resultam em crescimento das fibras musculares, ou seja, só alegria.

Mas é muito minimalista consumi-la apenas por isso, uma vez que ela oferece inúmeros outros benefícios. Ela é ótima no pós-treino, por exemplo, pois reduz a frequência de lesões, dores e câimbras.

Outra vantagem é a alta concentração de arginina (apesar da pequena quantidade do aminoácido essencial metionina), que a transforma em um suplemento ótimo para quem quer preservar a saúde cardiovascular, pois é vasodilatadora e favorece um maior fluxo de sangue.

Para quem está no #projetovida – #projetoverão é coisa do passado -, ela ajuda também no controle de peso, uma vez que a suplementação dessa proteína resulta em uma grande sensação de saciedade, garantindo uma menor ingesta de alimentos. Perfeito, então, que esteja associada ao nosso docinho preferido, pois assim podemos comer sem culpa de exagerar.

A proteína de ervilha é boa, além disso, para o controle de colesterol, pois é pobre em gorduras saturadas e rica em antioxidantes. Ou seja, tudo de bom.

Aqui na Hy usamos proteína de ervilha em nossa linha de fudges, pois, como falamos, ela é um suplemento nutricional fantástico. Dale comer ervilha agora!

Batatas rústicas com cogumelos salteados

Ingredientes

1 kg de batata bolinha (aproximadamente 40 unidades)
1 xícara de azeite + 1 fio de azeite
3 xícaras de cogumelos shitake
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
1 colher de sopa de queijo grana padano ralado
3 ramos de cebolinha francesa

Modo de Preparo
1. Aqueça o forno a 200ºC por pelo menos dez minutos;
2. Higienize as batatas, divida-as ao meio e coloque para assar com azeite e um pouco de sal e de pimenta do reino;
3. Deixe no forno até que as batatas murchem (aproximadamente duas horas), sempre virando-as, para que todas fiquem douradas dos dois lados;
4. Retire do forno, peneire o azeite e deixe escorrer até que fiquem sequinhas. Reserve;
5. Enquanto mantém o forno ligado, higienize e corte os cogumelos em tiras, e salteie-os rapidamente em uma caçarola antiaderente um fio de azeite;
6. Coloque-os em um refratário com as batatas, misture bem, corrija o sal e a pimenta e agregue o queijo ralado por cima;
7. Leve ao forno por mais cinco minutos, até que derreta o queijo;
8. Sirva em cumbuquinhas ou ramequins com cebolinha francesa por cima.

[Foto: Elisa Celia]

Risoto de limão para a #segundasemcarne

Quem está migrando para uma alimentação mais vegetal precisa se virar para buscar opções gostosas de preparações. A gente te ajuda! Abaixo ensino como fazer um caldo aromático de legumes – que adiciona sabor a qualquer preparação -, e um risoto de limão, aquele prato delicioso para uma refeição especial. Confere aí! A dica é ótima para esta #segundasemcarne.

Caldo aromático
Ingredientes
10ml de azeite
800g de mirepoix (cebola, cenoura, alho-poró e salsão na proporção 400g de cebola, 200g de cenoura, 100g de alho-poró e 100g de salsão)
1 bouquet garni (alho, salsa, cebolinha, tomilho, manjericão, sálvia, alecrim e outras ervas aromáticas a gosto)
4 litros de água fria

Modo de Preparo:
1. Refogue o mirepoix em uma panela com o azeite até que tome cor (mas sem deixar queimar a cebola);
2. Acrescente a água fria, e deixe reduzir a 50%, escumando todas as impurezas e a gordura da superfície;
3. Peneire o caldo e aplique.

Observação: Se você não for vegetariano, pode fazer o caldo aromático com ossos e carnes, mas, nesse caso, de véspera, retirando-se a gordura na hora da aplicação

Risoto de limão
[Rendimento: 8 miniporções]
Ingredientes
1 taça de vinho branco
1 litro de caldo de legumes
2 limões 350g de arroz próprio para risoto
1 cebola 40g de cebola picadinha
40g de queijo curado (opcional)
100g de azeite ou manteiga
q.b. sal
q.b. pimenta branca do reino

Modo de Preparo
1. Faça o caldo de legumes: “sue” todos os ingredientes, exceto o sachê aromático, em fogo brando, até que a cebola desidrate levemente. Adicione, então, água fria que cubra, e deixe que ferva por, no mínimo, 45 minutos (até que o líquido seja reduzido a 50%). Ao término do cozimento, peneire o liquido e reserve;
2. Higienize o limão, faça zestes da casca e faça o suco. Reserve;
3. Refogue a cebola em 50g de azeite (ou manteiga) até que ela desmanche. Faça isso em fogo baixo;
4. Aumente um pouco o fogo para médio, e agregue o arroz. Mexa intensamente até que ele fique bem aquecido e esteja homogeneizado ao preparo anterior;
5. Adicione, então, o suco de limão, e mexa até que ele evapore todo;
6. À medida em que o líquido for secando, vá agregando caldo de legumes, mexendo de vez em quando e pressionando alguns grãos de arroz contra os lados da panela;
7. Quando estiver quase 100% al dente, desligue o fogo, coloque o restante da manteiga bem gelada (ou do azeite), as raspas de limão e o queijo curado ralado finamente. Mexa bem e sirva imediatamente.

Nem tudo é o que parece

A tendência por uma alimentação saudável trouxe consigo desafios para quem busca se alimentar com foco no bem-estar animal, sustentabilidade e saúde. Fato é que a indústria sempre dá jeito de produzir alimentos que não são exatamente o que prometem.

O uso excessivo de aditivos, corantes e flavorizantes para fazer alimentos vegetais parecerem aos tradicionais é um problema que coloca nossa saúde em risco. Por isso, é preciso pensar a dieta com a orientação de um médico e/ou nutricionista, e também porque com esse apoio evitam-se carências nutricionais importantes.

Excesso de sódio, farinhas refinadas, gorduras maléficas, açúcares livres… a lista é infindável quando falamos de ingredientes dos ultraprocessados. A verdade é que ser vegetal não significa ser saudável, por isso é preciso atenção aos rótulos. Nem tudo é o que parece.

Para uma alimentação efetivamente saudável, portanto, vegetal ou não, precisamos atentar aos ingredientes dos alimentos que ingerimos. Menos é sempre mais, e lembre-se, não basta retirar os insumos de origem animal e aumentar outros elementos, é necessário entender que alimentos precisamos ingerir, sejam grãos, sejam outros cereais: é preciso planejar a dieta.

[Foto: João Ricardo para Fröhlich]