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Por que usamos proteína de ervilha?

A proteína de ervilha é um suplemento que tem se tornado queridinho entre vegetarianos e veganos. Mas você sabe para que ela serve?

Obtido a partir da ervilha amarela, a proteína de ervilha tem uso direto por veganos e intolerantes ao glúten, lactose e soja, pois é um produto normalmente comercializado para substituir o Whey Protein ou a Caseína na hora de escolher aquele suplemento que vai melhorar o ganho de massa muscular na academia. Fato é que a combinação dos “aminoácidos de cadeia ramificada” (BCAA) presentes na ervilha resultam em crescimento das fibras musculares, ou seja, só alegria.

Mas é muito minimalista consumi-la apenas por isso, uma vez que ela oferece inúmeros outros benefícios. Ela é ótima no pós-treino, por exemplo, pois reduz a frequência de lesões, dores e câimbras.

Outra vantagem é a alta concentração de arginina (apesar da pequena quantidade do aminoácido essencial metionina), que a transforma em um suplemento ótimo para quem quer preservar a saúde cardiovascular, pois é vasodilatadora e favorece um maior fluxo de sangue.

Para quem está no #projetovida – #projetoverão é coisa do passado -, ela ajuda também no controle de peso, uma vez que a suplementação dessa proteína resulta em uma grande sensação de saciedade, garantindo uma menor ingesta de alimentos. Perfeito, então, que esteja associada ao nosso docinho preferido, pois assim podemos comer sem culpa de exagerar.

A proteína de ervilha é boa, além disso, para o controle de colesterol, pois é pobre em gorduras saturadas e rica em antioxidantes. Ou seja, tudo de bom.

Aqui na Hy usamos proteína de ervilha em nossa linha de fudges, pois, como falamos, ela é um suplemento nutricional fantástico. Dale comer ervilha agora!

Nem tudo é o que parece

A tendência por uma alimentação saudável trouxe consigo desafios para quem busca se alimentar com foco no bem-estar animal, sustentabilidade e saúde. Fato é que a indústria sempre dá jeito de produzir alimentos que não são exatamente o que prometem.

O uso excessivo de aditivos, corantes e flavorizantes para fazer alimentos vegetais parecerem aos tradicionais é um problema que coloca nossa saúde em risco. Por isso, é preciso pensar a dieta com a orientação de um médico e/ou nutricionista, e também porque com esse apoio evitam-se carências nutricionais importantes.

Excesso de sódio, farinhas refinadas, gorduras maléficas, açúcares livres… a lista é infindável quando falamos de ingredientes dos ultraprocessados. A verdade é que ser vegetal não significa ser saudável, por isso é preciso atenção aos rótulos. Nem tudo é o que parece.

Para uma alimentação efetivamente saudável, portanto, vegetal ou não, precisamos atentar aos ingredientes dos alimentos que ingerimos. Menos é sempre mais, e lembre-se, não basta retirar os insumos de origem animal e aumentar outros elementos, é necessário entender que alimentos precisamos ingerir, sejam grãos, sejam outros cereais: é preciso planejar a dieta.

[Foto: João Ricardo para Fröhlich]