Blog

Por uma Páscoa trufada e deliciosa

A Hy nasceu com o propósito de mudar o mundo pela alimentação e cá estamos, plena Páscoa, com possibilidades para você ter um feriadão mais saudável. Estamos fazendo venda direta ao consumidor de caixas de bombons e ovos trufados, com embalagens lindas que por si só já valem a compra. Basta encomendar pelo nosso whats: 51 99762-7640 ou e-mail hy@hyfood.com.br.

A opção Caixa de Bombons vem com 12 trufas, 4 de cada sabor (Trufa Marzipan, Trufa 50% Cacau e Trufa de Chocolate Intenso), em uma linda embalagem que pode ser a opção para você curtir o domingo ou dar de presente. Temos também a opção Caixa de Trufas Dietéticas (Trufa Marzipan e Trufa 50% Cacau sem adição de açúcar).

Se quiser algo mais elaborado, temos nosso Ovo Trufado, que vem com casca de chocolate 60% trufada de chocolate intenso e recheio de mix de trufas. É um deleite: serve como presente ou como sobremesa – para a família inteira, não vá comer sozinho!!! E tem também nosso Ovo de Caramelo de Amêndoas, recheado com nosso doce de leite vegetal e acompanhado de mix de trufas de chocolate intenso. Maravilhoso!!!

Estamos correndo para atender a todos os pedidos, por isso é preciso se programar: estaremos aceitando encomendas feitas até o dia 07/04 (quarta-feira), para retirada na quinta que antecede a Páscoa (09/04).

Não deixe para última hora: encomende já – 51 99762-7640. E Feliz Páscoa!

[Foto: Rachel Duarte]

Palmito assado para o almoço da Páscoa

Veja que interessante essa ideia de substituir o bacalhau do almoço de Páscoa por uma assadeira de palmitos assados à moda portuguesa. Fica uma delícia!

Ingredientes
6 batatas
2 xícaras de palmito em cubos
3 pimentões coloridos
3 tomates italianos
2 cebolas roas
50g de azeite extravirgem
azeitonas portuguesas a gosto
suco de 1 limão
salsa, cebolinha, sal e pimenta do reino preta a gosto

Modo de Preparo
1 – Corte as batatas, os palmitos, os pimentões, as cebolas e os tomates em fatias finas (as batatas devem estar bem fininhas);
2 – Em um prato refratário grande, faça camadas de batatas, palmito, pimentão, tomate, cebola e azeitona e regue com bastante azeite, agregando aos poucos os temperinhos.
3 – Leve ao forno pré-aquecido a 200ºC por meia hora (até que as batatas estejam macias).

[Foto: Rachel Duarte]

Por que usamos proteína de ervilha?

A proteína de ervilha é um suplemento que tem se tornado queridinho entre vegetarianos e veganos. Mas você sabe para que ela serve?

Obtido a partir da ervilha amarela, a proteína de ervilha tem uso direto por veganos e intolerantes ao glúten, lactose e soja, pois é um produto normalmente comercializado para substituir o Whey Protein ou a Caseína na hora de escolher aquele suplemento que vai melhorar o ganho de massa muscular na academia. Fato é que a combinação dos “aminoácidos de cadeia ramificada” (BCAA) presentes na ervilha resultam em crescimento das fibras musculares, ou seja, só alegria.

Mas é muito minimalista consumi-la apenas por isso, uma vez que ela oferece inúmeros outros benefícios. Ela é ótima no pós-treino, por exemplo, pois reduz a frequência de lesões, dores e câimbras.

Outra vantagem é a alta concentração de arginina (apesar da pequena quantidade do aminoácido essencial metionina), que a transforma em um suplemento ótimo para quem quer preservar a saúde cardiovascular, pois é vasodilatadora e favorece um maior fluxo de sangue.

Para quem está no #projetovida – #projetoverão é coisa do passado -, ela ajuda também no controle de peso, uma vez que a suplementação dessa proteína resulta em uma grande sensação de saciedade, garantindo uma menor ingesta de alimentos. Perfeito, então, que esteja associada ao nosso docinho preferido, pois assim podemos comer sem culpa de exagerar.

A proteína de ervilha é boa, além disso, para o controle de colesterol, pois é pobre em gorduras saturadas e rica em antioxidantes. Ou seja, tudo de bom.

Aqui na Hy usamos proteína de ervilha em nossa linha de fudges, pois, como falamos, ela é um suplemento nutricional fantástico. Dale comer ervilha agora!

Batatas rústicas com cogumelos salteados

Ingredientes

1 kg de batata bolinha (aproximadamente 40 unidades)
1 xícara de azeite + 1 fio de azeite
3 xícaras de cogumelos shitake
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta do reino
1 colher de sopa de queijo grana padano ralado
3 ramos de cebolinha francesa

Modo de Preparo
1. Aqueça o forno a 200ºC por pelo menos dez minutos;
2. Higienize as batatas, divida-as ao meio e coloque para assar com azeite e um pouco de sal e de pimenta do reino;
3. Deixe no forno até que as batatas murchem (aproximadamente duas horas), sempre virando-as, para que todas fiquem douradas dos dois lados;
4. Retire do forno, peneire o azeite e deixe escorrer até que fiquem sequinhas. Reserve;
5. Enquanto mantém o forno ligado, higienize e corte os cogumelos em tiras, e salteie-os rapidamente em uma caçarola antiaderente um fio de azeite;
6. Coloque-os em um refratário com as batatas, misture bem, corrija o sal e a pimenta e agregue o queijo ralado por cima;
7. Leve ao forno por mais cinco minutos, até que derreta o queijo;
8. Sirva em cumbuquinhas ou ramequins com cebolinha francesa por cima.

[Foto: Elisa Celia]

Diet, light, zero, isento, fit… o que é isso, afinal?

Os alimentos “dietéticos” (“diet”) são aqueles elaborados para dietas com restrição de nutrientes, ou seja, para consumidores que precisam se privar de comer algo. Por exemplo açúcares, gorduras, proteína ou sódio. Logo, são produtos para fins especiais, formulados especialmente para quem os necessitam.

Ser “diet” não significa que contenha menos calorias, é possível, inclusive, que tenha mais. O fato é que para compensar a ausência de açúcar – ou de gorduras, proteína ou sódio – é preciso modificar a química do produto e contrabalançar de alguma forma aquela ausência. Em tempos de ultraprocessados, imagina a bagunça na formulação e no rótulo…

Temos também os alimentos “light” e “zero”. São alimentos cuja informação nutricional alega que o produto possui uma ou mais propriedades diferenciadas, relativas ao valor energético e ao conteúdo de proteínas, gorduras, carboidratos, fibras alimentares, vitaminas e/ou minerais. É de caráter opcional fazer tais indicações no rótulo, mas quem o fizer deve cumprir os requisitos da legislação.

Nessa categoria entram também os produtos “ricos em”, que podem ser acrescidos de um nutriente ou outro, mas isso não necessariamente significa que são mais saudáveis. Rico em ferro, se você não vai conseguir assimilar aquele ferro, não serve pra nada. Os rótulos não precisam informar essas adições, mas, se informarem, devem estar de acordo com a norma.

Assim, “light” são os alimentos que possuem uma redução de pelo menos 25% de algum nutriente OU de calorias (quando comparado a um alimento tradicional). Por exemplo uma trufa com menos 25% de gordura pode ser considerada “light”. Novamente, isso não significa que essa trufa “light” contém menos calorias que a convencional, apenas que ela, nesse caso, possui menos gorduras. Outra possibilidade é uma trufa conter menos açúcares e ser “light”, mas isso não a torna “diet”. Difícil, né?

Ou seja, o termo “light” não se refere à quantidade de calorias. Podem ser alteradas as quantidades de gorduras, proteínas, sódio, entre outros, por isso a importância de ler dos rótulos, para saber exatamente o que estamos consumindo.

Temos, ainda, os alimentos “zero” (“sem”, “não contém” ou “isento de”), dos quais são suprimidos alguns ingredientes, se comparados à sua formulação tradicional. Isso tudo é legislado, então não são todos os produtos que retiram um nutriente x ou y que podem fazer essa declaração. Para se fazer a alegação de, por exemplo, “zero açúcar”, é preciso que o alimento contenha no máximo 0,5 gramas de açúcar para 100 gramas do produto pronto para o consumo.

E o “fit”? O que significa um alimento ser “fit”? Como não está previsto na legislação do Ministério da Saúde, é usado à revelia, e infelizmente não significa absolutamente nada. É utilizado normalmente por marcas que querem vender seus produtos como mais saudáveis, mas fica difícil de saber se isso é verdade. Eles podem ter menor índice glicêmico, mas não quer dizer que sejam menos calóricos ou mais nutritivos. Muito cuidado aqui: como não há normativa, a classificação “fit” pode ser usada livremente.

Quem está buscando uma alimentação mais saudável deve estar atento a essas questões, para não se ver enrolado na quantidade de informações dos rótulos. A coisa complica quando a necessidade vem de uma doença, quando a pessoa tem diabetes, pressão alta ou problemas de colesterol e NECESSITA fazer a restrição desse ou daquele nutriente. Por isso, mais do que entender a legislação, é preciso confiar no fornecedor – e é preciso que haja transparência da indústria. Ter a orientação de um médico e/ou nutricionista também é fundamental – aquela tecla na qual estamos sempre batendo.

[Foto: Bruno Alencastro]